25.11.09

Em busca da felicidade.

Sendo bem clichê/simplório/ingênuo/otimista: minha vida precisa de uma grande virada.

22.11.09

As respostas.

Porque corre sangue quente nas minhas veias.

26.10.09

Reserva.

Longe de parecer deveras ansioso ou castastrofico, mas ando bem preocupado quanto ao meu futuro.

7.10.09

'What if' ou os efeitos de uma reunião de pauta chata


Se eu fosse uma flor
Seria um gerânio
Só para rimar
Com alguma coisa.


Se eu fosse um carro
Seria um Escort
Só para poder
Viver perigosamente.


Se eu fosse feliz
Abriria um sorriso
Mas só depois
que acordasse.

3.10.09

Don't judge me.

Eu mesmo já faço isso a todo dia e toda hora.

26.9.09

Woody.

Tudo o que Zelig queria era ser gostado.

7.6.08

Do sufoco.

Eu estou cansado.

4.6.08

Da fragilidade

E hoje sou árvore sem tronco. Ele anda longe, longe. E eu queria ganhar um abraço e ouvir sua voz.

15.5.08

Do anti-americanismo

Ando assim meio arrasado no momento. Mas só no momento. Já já vou ser melhor que lixo de novo.

17.1.08

Da falsa rotina.

Toda vez que eu dou um passo
O mundo sai do lugar.

5.11.07

Da paciência.

Tem dia que tudo que eu queria mesmo é ter uma rolha enfiada nos ouvidos.

14.9.07

Non, je ne regrette rien.


Pois ela me fez chorar do começo ao fim hoje de sua cinebiografia. Mas cada lágrima mais do que valeu a pena.

15.8.07

Curvas ascendentes.

De raiva. De amor. De mau-humor. De mimo. De birra. De não-entendo. De não-me-entendo. De não-sou-tão-bom. De felicidade. De casamento. De "-como-é-que-você-me-agüenta-?-". De bipolaridade. De "-eu-te-amo-". De trabalho excessivo. De stress e sorriso. De alegria. De abraço quente. De dormir juntinho. De suor e sangue. De medo e responsabilidade. De aperto. De final feliz ou feliz pra sempre?

19.7.07

Da luva

Ai, ai, Hermés...

"Não gosto de cobranças, das bancárias às pessoais. Não cobro, pois não devo nada a ninguém – intimamente falando. E nada consegue ser mais cristão que este eterno acerto de contas entre pessoas físicas e instituições falidas, jurídicas em sua mediocridade. Vivo meu saldo positivo e tem quem insista em me colocar no vermelho, além do meu limite. Acredito que nasci com cheque especial, e faço empréstimos a perder de vista quando vejo lá na frente a possibilidade de ser feliz custe o que custar.

Vou honrar minhas dívidas, mas não sei se mereço assinar suas promissórias. E não me sinto culpado por isso. Tenho crédito. Mais importante que ter dinheiro, é preciso ter credibilidade na praça – nem que seja na Benedito Calixto. Nome limpo, confiança. Dou minha palavra e ela há de valer muito mais que seus míseros trocados. Não lido bem com o sentimento de culpa, prefiro ignorá-lo e seguir adiante, solitário em minha convicção pagã."

25.5.07

Breath in, breath out.

Preciso praticar mais meu autocontrole. Em tudo.

14.5.07

Insensível.

Engraçado é que choro com propaganda de margarina, comédia romântica de gosto duvidoso ou mesmo quadros idiotas de programas de tevê. Mas pelos meus problemas - é incrível - não consigo derrubar uma única lágrima. Apesar dos olhos ressecados, o choro parece tão mais profundo...

30.4.07

Deadline.


Porque não há tempo a perder e a vida é mais curta que parece.

21.4.07

Feche os olhos.

Quero que tudo seja exatamente como eu idealizo. Sem essa de sensatez.

6.4.07

Tudonovodenovo.


Toda mudança traz um inevitável frio na barriga, receio. Tenho medo, admito. Novos horizontes, novas perspectivas, mais um desafio. Se Deus quiser, há de dar certo. É que tudo só pede um pouco mais de calma, estabilidade. Quarta-feira se inicia um novo ciclo.

16.3.07

Elementar, meu caro Watson.

É lógico que tudo é culpa do inferno astral. Como assim não percebi isso antes?!

12.3.07

Mais emocional do que deveria.


E repito sozinho e em silêncio mil vezes que tudo há de ficar bem.

4.3.07

Jornalistas em greve.

E nessa espera o mundo gira em linhas tortas.

2.2.07

Diluída ingenuidade.


Tive saudades de mim mesmo. Daquele que, há seis anos atrás, se contentava com pequenas coisas, se completava com felicidades singelas. Olhei para trás e no meio do trânsito me peguei sorrindo. Lembranças que massageiam o ego, mas também destroçam certezas. Vislumbrar o passado mais que mostrar o quanto se evoluiu aponta o quanto se mudou. E mudei muito. E não sei se pra melhor. Queria mesmo correr atrás das felicidades singelas daquele tempo, da ansiedade pela vida agora vivida - que agora não soa tão misteriosa -, das doces incertezas e pequenos caprichos. Mudei, admito. E me pego questionando o hoje. Toda e qualquer transformação bruta e indolor deveria definitivamente ser proibida. Quero meu ontem, quero meu eu. E viro adolescente pra buscar de novo.

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"Vamos não chores
A infância está perdida
A mocidade está perdida
Mas a vida não se perdeu"

(Drummond)

17.1.07

I need a hug.


Alguém me explica por que agora em toda rua que eu passo tem um emo com uma plaquinha pedindo abraço?

7.1.07

Três Vezes Eu Te Amo

Depois do nome, o corpo vem ganhando seus contornos. The baby is coming.

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Chá com Bolachas


Pouco depois da meia-noite, melaconlia mal curada, Ná Ozzetti começa interpretando Maysa. Meu mundo não caiu, longe disso. Neste exato momento está apoiado num chá de boldo com bolachas de água de sal.