24.2.12

Questão de calor.

Como ignorar o desejo?

30.10.11

Da necessidade íntima.

Pelo direito de um dia chorar sem precisar de uns goles d'álcool.

17.10.11

Do autodestrutivismo.

, porque a cada dia viver me esmaga com mais força. Como a força da gravidade sugando para o fundo do penhasco. E para que ela seja leve,


.

22.9.11

Das mensagens motivacionais no açúcar

Daí saiu sem rumo pela rua, parou num bar e resolveu ficar bêbado. Pediu bebida de mulherzinha. Dois drinks. Já alto, repassou a agenda de telefone inteira e não ligou para ninguém. A sua frente, uma cestinha com embalagens de açucar. Em todas, mensagens motivacionais. Uma delas dizia: "Abrace seus amigos". Percebeu que não tinha nenhum. E bebeu mais um drink.

24.6.11

Da invisibilidade.

E, por mais que tentasse, era sempre deixado à parte. Não se enquadrava, não conseguia se encaixar. Não havia agrado que fosse suficiente. E aquiesceu. Assim é a vida. Para alguns, mais difícil, menos saborosa. Um dia, quem sabe, nasça ingenuamente popular e bem quisto como imagina que sejam seus pares. Por ora, se contenta. Não se muda o hoje, não se muda o ontem. O amanhã há de ser o mesmo.

22.1.11

Da (in)sensatez do relacionamento

E eles tinham medo do pragmatismo, do infinito enquanto dure. Preferiram a mentira sincera, o amor pra toda a vida. E não estão errados. Quem faria diferente?

26.11.10

Fim. Frio na barriga. Medo. Ansiedade. Choro contido. Pequena decepção. A alegria de um novo começo.

24.1.10

Descobrindo o óbvio.

Porque estabilidade é palavra que não existe no dicionário. De ninguém.

13.12.09

Alzheimer.

Ele tinha medo de ter Alzheimer cedo demais. Vivia esquecendo de tudo, menos da mágoa. Estranho era ver traumas antigos tão cristalinos na memória e perder a memória recente. Mas, antes que esquecesse, pensou: Talvez a vida esteja apagando a minha mente do fim para o começo. E esperou. Até que pudesse começar tudo de novo.

3.12.09

Clichê.

Eu me apego às pequenas esperanças.

25.11.09

Em busca da felicidade.

Sendo bem clichê/simplório/ingênuo/otimista: minha vida precisa de uma grande virada.

22.11.09

As respostas.

Porque corre sangue quente nas minhas veias.

26.10.09

Reserva.

Longe de parecer deveras ansioso ou castastrofico, mas ando bem preocupado quanto ao meu futuro.

7.10.09

'What if' ou os efeitos de uma reunião de pauta chata


Se eu fosse uma flor
Seria um gerânio
Só para rimar
Com alguma coisa.


Se eu fosse um carro
Seria um Escort
Só para poder
Viver perigosamente.


Se eu fosse feliz
Abriria um sorriso
Mas só depois
que acordasse.

3.10.09

Don't judge me.

Eu mesmo já faço isso a todo dia e toda hora.

26.9.09

Woody.

Tudo o que Zelig queria era ser gostado.

7.6.08

Do sufoco.

Eu estou cansado.

4.6.08

Da fragilidade

E hoje sou árvore sem tronco. Ele anda longe, longe. E eu queria ganhar um abraço e ouvir sua voz.

15.5.08

Do anti-americanismo

Ando assim meio arrasado no momento. Mas só no momento. Já já vou ser melhor que lixo de novo.

17.1.08

Da falsa rotina.

Toda vez que eu dou um passo
O mundo sai do lugar.

5.11.07

Da paciência.

Tem dia que tudo que eu queria mesmo é ter uma rolha enfiada nos ouvidos.

14.9.07

Non, je ne regrette rien.


Pois ela me fez chorar do começo ao fim hoje de sua cinebiografia. Mas cada lágrima mais do que valeu a pena.

15.8.07

Curvas ascendentes.

De raiva. De amor. De mau-humor. De mimo. De birra. De não-entendo. De não-me-entendo. De não-sou-tão-bom. De felicidade. De casamento. De "-como-é-que-você-me-agüenta-?-". De bipolaridade. De "-eu-te-amo-". De trabalho excessivo. De stress e sorriso. De alegria. De abraço quente. De dormir juntinho. De suor e sangue. De medo e responsabilidade. De aperto. De final feliz ou feliz pra sempre?

19.7.07

Da luva

Ai, ai, Hermés...

"Não gosto de cobranças, das bancárias às pessoais. Não cobro, pois não devo nada a ninguém – intimamente falando. E nada consegue ser mais cristão que este eterno acerto de contas entre pessoas físicas e instituições falidas, jurídicas em sua mediocridade. Vivo meu saldo positivo e tem quem insista em me colocar no vermelho, além do meu limite. Acredito que nasci com cheque especial, e faço empréstimos a perder de vista quando vejo lá na frente a possibilidade de ser feliz custe o que custar.

Vou honrar minhas dívidas, mas não sei se mereço assinar suas promissórias. E não me sinto culpado por isso. Tenho crédito. Mais importante que ter dinheiro, é preciso ter credibilidade na praça – nem que seja na Benedito Calixto. Nome limpo, confiança. Dou minha palavra e ela há de valer muito mais que seus míseros trocados. Não lido bem com o sentimento de culpa, prefiro ignorá-lo e seguir adiante, solitário em minha convicção pagã."

25.5.07

Breath in, breath out.

Preciso praticar mais meu autocontrole. Em tudo.