17.12.05

Da tentativa de planejar paixões.

Eu não sei o que acontece. É só tentar relaxar e a vida não dá trégua. Na hora que paro de fazer a queixa ninguém-me-quer surgem todos. Justo no momento que saio de férias. No momento em que meu coração pede sossego, aparecem as mãos para fora do túmulo. O mais difícil é acreditar que a oferta de amor se faz real-palpável-possível. A exemplo do último ressurgido, a tentativa não mostra cara de bem sucedida. O medo é não apacentar a lacuna fibrilante tão logo. Eu quero. Mas as coisas andam muito em plano. E planejar nunca dá certo.
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... oh, metadequenãoexiste de mim...